Em 30 de julho de 2008, o conselho do Banca Mediolanum nomeou Massimo Doris, 40 anos, diretor-presidente e diretor-geral — o primeiro grande passo do plano de sucessão do fundador Ennio Doris para o banco que ele havia criado 26 anos antes.

Ennio, então com 68 anos, havia deliberadamente dado ao filho um longo aprendizado: Massimo vendeu apólices da Mediolanum enquanto ainda estava na universidade, trabalhou em três bancos de investimento de Londres, passou pelas estruturas comercial e de marketing e, de 2005 a 2008, dirigiu o Banco de Finanzas e Inversiones (hoje Banco Mediolanum) na Espanha como CEO e diretor-geral.

O fundador permaneceu como presidente, dizendo ao La Stampa que não tinha intenção de se aposentar, mas queria a ajuda do filho — e aconselhando os investidores a comprar ações da Mediolanum, dizendo que ele próprio elevara sua participação para acima de 40 por cento.

A imprensa italiana chamou isso de uma sucessão preparada em todos os detalhes: Massimo, o filho mais velho, cresceu dentro do 'banco sem agências' construído sobre uma rede de banqueiros familiares que contava com mais de 5.000 consultores.

Um banco italiano de controle familiar continuou crescendo sob o filho do fundador — CEO desde julho de 2008, presidente desde setembro de 2021 — valendo cerca de € 6,4 bilhões na Piazza Affari.

Duas décadas de aprendizado fizeram com que o herdeiro conhecesse o negócio desde a venda de apólices até as subsidiárias estrangeiras.

O fundador permaneceu como presidente, dando ao mercado um ponto de ancoragem de continuidade enquanto o filho aprendia o cargo máximo.

O posto de CEO na Espanha deu a Massimo experiência real de gestão geral antes de Milão.

A participação majoritária da família e a comunicação clara eliminaram dúvidas sobre a sucessão para clientes e funcionários.

Faça o herdeiro passar por todas as funções que o negócio tem: Massimo vendeu apólices na universidade, trabalhou em três bancos de Londres, dirigiu a unidade espanhola e depois assumiu o cargo de CEO — e o pai confiou na transição.

Massimo Doris dirigiu o Banca Mediolanum como CEO por treze anos; em setembro de 2021, Ennio — então com 81 anos — renunciou à presidência, tornando-se presidente honorário, e Massimo assumiu a presidência, completando uma transição que o fundador disse ter sido decidida muito antes. O grupo permanece de controle familiar e vale cerca de € 6,4 bilhões na Piazza Affari.

CONFIRA AS EVIDÊNCIAS

As fontes

  1. Mediolanum, Doris: 'Ora mio figlio' — Dal 30 luglio Massimo Doris nuovo a.d. Tgcom24 · tgcom24.mediaset.it ·
  2. Mediolanum, dall'amore per la bici alla successione perfetta: chi è Doris jr Affaritaliani.it · affaritaliani.it ·