A Diageo — a maior empresa de bebidas destiladas do mundo, dona de marcas como Johnnie Walker, Smirnoff, Tanqueray, Captain Morgan, Don Julio e Guinness — vinha enfrentando dificuldades desde sua máxima histórica de 4 de janeiro de 2022, quando era a terceira empresa mais valiosa do FTSE 100, com quase £90 bilhões (cerca de US$ 121 bilhões). O preço das ações caiu mais da metade desde então, e recuou quase 13% nos 12 meses até agosto de 2026.

No ano encerrado em 30 de junho de 2026, as vendas líquidas orgânicas caíram 2%, para US$ 19,643 bilhões, com a América do Norte recuando 8,4%, embora o lucro operacional ajustado tenha subido 2%, para US$ 5,7 bilhões, graças a economias de custos parcialmente compensadas por tarifas. Dave Lewis, que recentemente assumiu o cargo máximo no lugar de Debra Crew após ela deixar a posição em julho de 2025, apresentou um plano de economia de US$ 1 bilhão em três anos, com custos de reestruturação de US$ 1,2 bilhão; as economias serão entregues ao longo de 2027 e 2028, com benefícios adicionais na cadeia de suprimentos nos anos seguintes.

"Esta nova estratégia, executada com um modelo operacional novo, mais ágil, competitivo e econômico, nos dá confiança de que podemos devolver à Diageo a condição de uma empresa que gera valor de forma consistente para os acionistas", disse Lewis. As três prioridades: manter as marcas principais competitivas e alinhadas às tendências do consumidor, manter o cliente no centro das decisões e operar com uma estrutura mais ágil e eficiente. As ações subiram quase 4%, e o Citi afirmou que o plano de economia maior do que o esperado mais do que compensou uma perspectiva de vendas mais fraca, impulsionando pequenas revisões para cima nas projeções de LPA para 2027.

As ações subiram quase 4% no dia; o Citi revisou para cima as projeções de LPA para 2027, afirmando que o plano de economia maior do que o esperado mais do que compensa a receita mais fraca.

O preço das ações havia caído mais da metade desde o pico de 2022, à medida que as vendas orgânicas recuavam, incluindo uma queda de 8,4% na América do Norte.

O plano de economia foi maior do que os analistas esperavam, mais do que compensando a perspectiva de receita mais fraca da Diageo.

Um novo modelo operacional sob um CEO recém-chegado deu ao mercado uma história crível de reinicialização, em vez de ajustes incrementais.

Quando o crescimento estagna, um plano de autoajuda crível e com custos calculados pode mover o mercado mesmo antes de qualquer economia se concretizar.

Na data do anúncio, 6 de agosto de 2026, as economias estavam previstas para se concretizar ao longo de 2027–2028, com benefícios na cadeia de suprimentos continuando depois; o Citi esperava que os resultados impulsionassem as ações e revisou para cima as projeções de LPA para 2027. Entre os pontos positivos estavam as bebidas prontas para consumo e os coquetéis, com alta de 35,1% impulsionada pela demanda da Copa do Mundo da FIFA por doses de Casamigos, Bulleit e Ketel One.

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As fontes

  1. World's biggest spirits maker pops 4% on $1 billion cost-cutting plan CNBC · cnbc.com ·