Em novembro de 2019, Taiwo Adedotun, de 23 anos, que ganhava US$ 85 por mês como auditor de banco em Lagos, levantou US$ 340 para abrir um quiosque de POS de um por dois metros às margens da rodovia Idiroko-Sango. No início, ele conciliava o quiosque com o emprego formal, processando cerca de 25 transações diárias no valor superior a US$ 120.
Em março de 2020, ele pediu demissão do banco, abriu uma segunda loja e passou a se dedicar integralmente ao negócio. Em 2021, operava cinco pontos, empregava quatro pessoas com salários fixos, e sua receita mensal de comissões frequentemente ultrapassava US$ 1.200, ilustrando a escalabilidade do agent banking para empreendedores individuais.
Montou cinco lojas fora de Lagos, ganhou mais de US$ 1.200 por mês em comissões, empregou quatro funcionários e expandiu sua rede de agent banking.
O baixo custo de entrada de um dispositivo POS e a possibilidade de ganhar comissões em cada transação tornaram o agent banking uma fonte de renda atrativa.
O aumento do desemprego e a escassez de agências bancárias em áreas periurbanas criaram uma base de clientes pronta para serviços financeiros móveis.
O apoio do Shared Agent Network Expansion Facility do Banco Central proporcionou treinamento e credibilidade que o ajudaram a escalar.
Modelos de agent banking com baixas barreiras permitem que empreendedores em áreas carentes criem renda sustentável aproveitando a confiança e o volume de transações.
O sucesso de Adedotun reflete uma tendência mais ampla na Nigéria, onde o agent banking está se expandindo rapidamente; grandes bancos agora relatam dezenas de milhares de agentes e bilhões em valor de transações, enquanto fintechs como OPay e TeamApt continuam recrutando agentes para aprofundar a inclusão financeira.
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As fontes
- In Nigeria, where there’s a shop, there’s a bank Rest of World · restofworld.org ·