A RM plc, grupo britânico de tecnologia educacional, concluiu em 29 de setembro de 2026 a venda da TTS — seu negócio de recursos de aprendizagem prática, construído em torno de produtos como o robô de sala de aula Bee-Bot — ao grupo sueco Eduviva. A TTS gerou £67,3M de receita no exercício de 2025, 41,5% das vendas totais do grupo. A operação a avaliou em até £53,5M — um múltiplo implícito de 8,3 vezes o EBITDA do exercício de 2025 — composto por £32,6M pagos na conclusão após ajustes, até £3M diferidos por desempenho e a assunção, pelo comprador, de um passivo de arrendamento de £14,2M.

A venda é o coroamento de um programa de simplificação que a RM assumiu em seu aumento de capital de outubro de 2025: tornar-se um negócio puro de EdTech centrado em avaliação digital. O grupo já cortou despesas gerais e custos operacionais em cerca de £30M ao longo de três anos, migrou a área de Avaliação e os serviços corporativos para um ERP autônomo em junho de 2026 e viu seus déficits previdenciários da Seção 75 caírem de cerca de £31M nas avaliações trienais de 2024 para um nível mínimo. Outros cerca de £5M de economias anualizadas são meta até o fim do exercício de 2027, integralmente até o exercício de 2028.

Os recursos de cerca de £31M líquidos de taxas destinam-se à redução da dívida líquida, que a RM espera atingir cerca de £34M em 30 de novembro de 2026 — aproximadamente metade do nível anterior, incluindo passivos de arrendamento. O grupo remanescente agora aposta seu crescimento no RM Ava, uma plataforma única de acreditação baseada em nuvem que abrange criação, aplicação, correção e classificação de exames, à medida que clientes-chave traçam caminhos para exames totalmente digitais — e na expansão além da educação para acreditação governamental e profissional.

Dívida líquida reduzida pela metade para cerca de £34M; £32,6M em caixa na conclusão; £14,2M de passivo de arrendamento eliminados; £30M de despesas gerais cortadas ao longo de três anos, mais cerca de £5M até o exercício de 2028.

A RM considerou a TTS um negócio puramente transacional que diluía a qualidade de lucros de longo prazo do grupo remanescente.

A dívida líquida era a restrição decisiva: a venda a reduz aproximadamente pela metade e retira do balanço um passivo de arrendamento de £14,2M.

A mudança para exames digitais é a aposta: os órgãos acreditadores estão migrando para a avaliação totalmente digital, e o RM Ava foi construído para capturar esse mercado.

O trabalho de separação realizado desde outubro de 2025 — ERP autônomo, £30M de cortes em despesas gerais — tornou a cisão executável.

Uma alienação precifica a clareza: abrir mão de 41,5% da receita ainda pode ser a operação que salva os 58,5% restantes — se as despesas gerais forem junto.

A operação foi concluída em 29 de setembro de 2026, com os mais de 200 funcionários da TTS transferidos para a Eduviva, que pretende expandir a marca internacionalmente; a alta administração da TTS em grande parte permanece. A RM espera dívida líquida de cerca de £34M em 30 de novembro de 2026, avaliará opções de buy-in e buy-out previdenciários após o colapso do déficit e continua a buscar alternativas para seu negócio de Tecnologia, que permanece exposto ao desafiador mercado das escolas britânicas. Espera-se que os cerca de £5M de economias anualizadas sejam implementados até o fim do exercício de 2027 e plenamente realizados no exercício de 2028.

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As fontes

  1. RM plc: Strategic sale of TTS business RM plc RNS (via LSE.co.uk) · lse.co.uk ·