Um ataque criminoso em 2017 explorou uma vulnerabilidade de software e roubou informações de identificação pessoal de consumidores dos EUA, do Canadá e do Reino Unido, forçando a Equifax a interromper a publicidade e a venda de seu negócio de consumo nos EUA de setembro de 2017 até o final de 2018.
Sob o comando do CEO Mark Begor (a partir de abril de 2018), a Equifax fez de "transformar nossa tecnologia" o núcleo de seu plano: reconstruir a infraestrutura, acelerar a migração para uma nuvem pública e racionalizar o portfólio de aplicações, ao mesmo tempo que oferecia aos consumidores serviços gratuitos de bloqueio de crédito para reconstruir a confiança.
Em 2019, a receita operacional total voltou a crescer, atingindo US$ 3,51 bilhões (+2,8%), e a receita da Workforce Solutions saltou 15%, para US$ 950 milhões, mesmo com a empresa absorvendo grandes encargos únicos de segurança cibernética.
A receita operacional total voltou a crescer, atingindo US$ 3.507,6 milhões em 2019 (+2,8%), com a receita da Workforce Solutions subindo 15%, para US$ 949,7 milhões, à medida que a reconstrução na nuvem avançava.
A violação de 2017 interrompeu as vendas ao consumidor nos EUA por mais de um ano.
O plano de Begor reconstruiu a infraestrutura em nuvem pública e adicionou novos produtos.
A receita total cresceu 2,8% em 2019, para US$ 3,51 bilhões.
A receita da Workforce Solutions subiu 15%, para US$ 950 milhões em 2019.
Após uma violação, reconstruir o parque tecnológico em nuvem pública e lançar novos produtos é o que reconquista os clientes — a remediação é o custo de entrada, não a estratégia.
A Equifax continuou a transformação plurianual para a nuvem e pagou grandes encargos de segurança cibernética em 2019, enquanto novos produtos, especialmente a verificação de força de trabalho, impulsionavam o crescimento.
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As fontes
- Equifax Inc. Form 10-K 2018 SEC EDGAR · sec.gov ·
- Equifax Inc. Form 10-K 2019 SEC EDGAR · sec.gov ·