David Vélez deixou a Sequoia Capital em 2013 após concluir que a América Latina carecia de talento tecnológico suficiente para investimentos de risco. Ele via os oligopólios bancários da região como ineficientes e decidiu criar um banco digital, apesar do ceticismo generalizado.

Vélez optou por fazer do Nubank um banco com foco em tecnologia, sem tarifas, priorizando o crescimento rápido de usuários em vez da lucratividade imediata. Até 2020, a empresa havia captado mais de US$ 820 milhões, alcançado uma avaliação de US$ 10 bilhões e atendido mais de 26 milhões de usuários, tornando-se o maior banco digital do mundo.

O Nubank alcançou uma avaliação de US$ 10 bilhões, mais de 26 milhões de usuários no Brasil, no México e na Colômbia, e se tornou o maior banco digital do mundo.

Os grandes bancos da região cobravam tarifas elevadas e ofereciam experiências ruins aos clientes, abrindo espaço para uma alternativa digital de baixo custo.

A experiência de Vélez em capital de risco lhe deu confiança para enfrentar um setor altamente regulado e intensivo em capital.

O foco no crescimento permitiu ao Nubank atrair talentos, construir tecnologia proprietária e efeitos de rede que os bancos tradicionais não conseguiam acompanhar rapidamente.

Priorizar o crescimento de longo prazo e a experiência do cliente em vez dos lucros de curto prazo pode permitir que novos entrantes disruptivos remodelarem setores consolidados.

Após 2020, o Nubank continuou se expandindo para o México e a Colômbia, lançou produtos de investimento e seguros e abriu o capital em 2021 com uma avaliação que permaneceu acima de US$ 30 bilhões. Sua abordagem de crescimento acelerado influenciou uma onda de startups de fintech na América Latina.

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As fontes

  1. The man behind Latin America’s “anti-bank” Rest of World · restofworld.org ·