Dois dias após a Vistara se fundir oficialmente à Air India em 12 de novembro de 2024, o CEO Campbell Wilson disse ao ET em entrevista exclusiva que o Grupo Tata poderia agora se concentrar em construir 'uma companhia aérea de classe mundial com um coração indiano' sem as distrações da fusão. Ele afirma que as práticas operacionais, os padrões e a abordagem de negócios da nova Air India serão em grande parte modelados na Vistara — a joint venture Tata-Singapore Airlines que recebeu avaliações muito positivas em seus quase dez anos — 'não apenas como a Vistara, mas melhor'.
Wilson relembra que a fusão operacional passou por uma war room ativada na sexta-feira anterior ao corte de segunda-feira à meia-noite de 11 de novembro, trabalhando intensamente até terça-feira para transicionar aeronaves e sistemas; ele chama a ausência de mais do que pequenos problemas de 'uma surpresa agradável' em uma fusão dessa complexidade. Na mesma reorganização, a AirAsia India foi incorporada à Air India Express para o segmento sem franquias — essa fusão foi concluída em outubro enquanto a principal estava em andamento.
Ele diz que fusões de companhias aéreas internacionais normalmente levam de cinco a oito anos, mas esta foi concluída em pouco mais de dois. Após a fusão, Air India e Air India Express juntas operam 298 aeronaves atendendo 55 destinos na Índia e 48 no exterior, e a Singapore Airlines — parceira da JV da Vistara — agora detém 25,1% da Air India com representação no conselho. As práticas da Vistara estão sendo adotadas, incluindo um oficial no nível de gerente de estação em cada turno em grandes aeroportos como Delhi e Mumbai.
Fusão concluída em pouco mais de dois anos (5 a 8 típicos); 298 aeronaves entre Air India e Air India Express para 103 destinos; SIA ficou com 25,1%
A Tata queria uma única companhia aérea de serviço completo com os padrões da Vistara, em vez de duas marcas com DNAs de serviço diferentes.
Executar a integração da AirAsia India em paralelo comprimiu anos de consolidação em um único programa de transformação.
Incorporar as práticas da Singapore Airlines — e sua participação de 25,1% — vinculou o sucesso da Air India a uma operadora conhecida pela excelência operacional.
Deixe o melhor modelo operacional definir os padrões para o nome maior; uma war room ativada antes da transição mantém uma fusão de aviões, sistemas e pessoas fora das notícias.
Wilson disse que a estabilização completa levará tempo, dadas as dimensões operacionais, regulatórias e internacionais, e a meta de curto prazo é operações estáveis e uma cultura orientada a desempenho antes do impulso à experiência do cliente. A transição tranquila da fusão, segundo ele, superou os pequenos problemas normalmente esperados.
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As fontes
- Want to make Air India world class, with an Indian heart, says CEO Campbell Wilson The Economic Times · economictimes.indiatimes.com ·