Em fevereiro de 2009, a H&M nomeou Karl-Johan Persson, filho de 34 anos do presidente do conselho Stefan Persson e neto do fundador Erling Persson, para substituir Rolf Eriksen como CEO a partir de julho. O grupo era grande, mas entrava numa transição em plena recessão.
A decisão não foi apenas dinástica. Karl-Johan era responsável pela expansão e pelo desenvolvimento de marcas, enquanto a H&M acabara de reportar vendas de 104,04 bilhões de coroas suecas em 2008 e lucro líquido de 15,29 bilhões de coroas suecas. O conselho de seu pai e do CEO que saía era simples: conter custos.
A sucessão manteve a família próxima da estratégia, ao mesmo tempo que permitiu a um líder mais jovem conduzir a expansão global do varejo e do online. Em 2020, ele passou a presidente do conselho quando outro CEO profissional assumiu, completando a transição para a terceira geração.
A transição seguiu-se a vendas de 104,04 bilhões de coroas suecas e lucro de 15,29 bilhões de coroas suecas em 2008; mais tarde, a H&M operou em mais de 80 mercados.
O sucessor já havia trabalhado em expansão e desenvolvimento de marcas, em vez de chegar apenas como herdeiro.
A recessão tornou a disciplina de custos um mandato operacional claro desde o primeiro dia.
Manter o controle familiar nos níveis de presidente do conselho e CEO tranquilizou os proprietários enquanto a presença em lojas e online se ampliava.
Um jovem sucessor familiar corre menos risco quando o conselho lhe dá um mandato claro de disciplina de custos e uma plataforma já construída para expansão repetida.
O período de Karl-Johan Persson como CEO levou a H&M a mais mercados, mais formatos e maior integração online. Quando ele se tornou presidente do conselho em 2020, a sucessão para a terceira geração já se tornara a estrutura de governança normal, e não uma aposta isolada.
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As fontes
- H&M nombra nuevo consejero delegado al hijo del presidente del grupo Cinco Días · cincodias.elpais.com ·
- Han blir 4 miljarder rikare - i månaden Svenska Dagbladet · svd.se ·