Em 29 de setembro de 2026, o The Warehouse Group divulgou os resultados do exercício fiscal de 2026 (FY2026), mostrando que seu reset de custos está surtindo efeito: lucro operacional de NZD 22,6 milhões nas 52 semanas encerradas em 2 de agosto de 2026, ante NZD 1,3 milhão no ano anterior, com vendas comparáveis praticamente estáveis (vendas do grupo de NZD 3.027,6 milhões, queda de 0,2% em base comparável de 52 semanas). A margem bruta expandiu 40 pontos-base, para 32,6%, enquanto o custo de operação caiu 40 pontos-base, para 31,8% das vendas — a primeira vez desde o FY2021 em que ambas as alavancas se moveram positivamente em conjunto, restaurando a alavancagem operacional.
O programa de reset de custos gerou NZD 29,8 milhões em economias: custos do escritório de apoio caíram 8,8%, depreciação caiu 14,5%, despesas com pessoal caíram NZD 6,9 milhões apesar de taxas salariais mais altas, e custos de TI caíram NZD 12,6 milhões. Frente aos compromissos do FY2025, a empresa cumpriu integralmente a redução de despesas gerais, a liberação de NZD 22,9 milhões em capital de giro, o investimento disciplinado de capital de NZD 21,1 milhões e a execução da estratégia liderada pelo varejo, e cumpriu parcialmente a recuperação da margem bruta.
O fluxo de caixa livre melhorou NZD 124,6 milhões, passando de NZD 45,2 milhões negativos para NZD 79,4 milhões, permitindo à empresa reduzir a dívida líquida em NZD 79,1 milhões — queda de 82%, para NZD 17,0 milhões — enquanto ainda investia na rede de lojas. O conselho não declarou dividendo final para continuar reconstruindo os lucros, e a administração alertou que uma margem operacional de 0,7% está bem abaixo de suas ambições; o FY2026 também absorveu NZD 5,7 milhões em custos de reestruturação decorrentes de demissões na sede e da parceria com a TCS.
Lucro operacional de NZ$ 22,6 milhões vs NZ$ 1,3 milhão; NPAT ajustado de NZ$ 13,5 milhões vs prejuízo de NZ$ 4,5 milhões; FCF de NZ$ 79,4 milhões vs -NZ$ 45,2 milhões; dívida líquida reduzida em 82%, para NZ$ 17,0 milhões
A margem bruta e o custo de operação se moveram em direções opostas pela primeira vez em cinco anos, restaurando a alavancagem operacional com vendas estáveis.
O reset de custos eliminou NZD 29,8 milhões, com custos do escritório de apoio, depreciação, TI e pessoal todos em queda apesar da inflação salarial.
A margem bruta do segundo semestre subiu 90 pontos-base, para 32,9%, após a liquidação do primeiro semestre escoar o estoque envelhecido da marca The Warehouse.
Uma recuperação é real quando margem e custo se movem em direções opostas com vendas estáveis — a alavancagem restaurada vale mais do que o crescimento comprado.
O lucro líquido ajustado após impostos atingiu NZD 13,5 milhões, ante um prejuízo de NZD 4,5 milhões no FY2025, e o NPAT reportado foi de NZD 11,2 milhões, contra um prejuízo de NZD 2,8 milhões. O conselho priorizou a reconstrução de lucros sustentáveis em vez de um dividendo final, e a administração sinalizou novas oportunidades de margem à medida que a capacidade de varejo e as linhas de produtos renovadas restauram as vendas a preço cheio.
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As fontes
- The Warehouse Group FY2026 slides: turnaround gains traction Investing.com · investing.com ·