A Tenable, fundada em 2002, vendia software sob um modelo de licença perpétua. Em 2015, levantou uma Série B de US$ 250 milhões enquanto se descrevia como uma empresa SaaS; divulgações posteriores permitiram ao Crunchbase verificar se a mudança de modelo estava de fato funcionando.
A decisão foi migrar o modelo de receita para SaaS e contratos recorrentes. No segundo trimestre e no primeiro semestre de 2017, a receita recorrente representava mais de 90% da composição. O faturamento cresceu mais de 50% em 2015 e mais de 40% em 2016; no final de 2017, a Tenable havia estendido uma sequência de crescimento superior a 40% para sete trimestres.
O resultado foi escala: faturamento de US$ 250 milhões e receita de US$ 189 milhões em 2017, com receita crescendo mais de 50% ano a ano. O modelo havia alcançado receita de porte de IPO sem que o artigo precisasse de um S-1 para mostrar a trajetória.
A receita recorrente ultrapassou 90% da composição; a receita de 2017 chegou a US$ 189 milhões e o faturamento a US$ 250 milhões após crescimento superior a 40% por sete trimestres.
Contratos recorrentes tornaram o faturamento antecipado uma ponte mensurável para a receita futura.
A empresa acompanhou o faturamento ao longo dos anos, tornando o crescimento visível antes de um pedido de IPO.
Uma composição recorrente acima de 90% mostrou que o modelo havia mudado nas operações, não apenas no marketing.
Uma virada para SaaS se torna crível quando a composição recorrente cresce junto com o faturamento e o crescimento da receita; o modelo operacional, e não o rótulo, é o que investidores públicos podem avaliar.
No início de 2018, a Tenable disse ao Crunchbase News que seu crescimento e escala poderiam atrair investidores públicos, mas afirmou estar focada em construir uma empresa de segurança que definisse o mercado. O artigo terminou antes de um pedido de registro.
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As fontes
- Tracking Tenable's Growth To IPO-Sized Revenue Crunchbase News · news.crunchbase.com