O Kohl's vinha em declínio: as vendas estavam estagnadas, as margens eram apertadas e as ações haviam caído pela metade. A Macellum Advisors e outros investidores argumentavam que o conselho estava acomodado demais e que a estratégia existia apenas para viabilizar uma venda.
Em abril de 2021, o Kohl's chegou a um acordo com o grupo ativista, evitando uma disputa de procuração ao adicionar três novos conselheiros independentes, incluindo o ex-CEO da Burlington Stores, Tom Kingsbury.
Kingsbury tornou-se CEO interino no final de 2022 e CEO efetivo em fevereiro de 2023. Ele trouxe um manual de disciplina de custos e foco no essencial; o Kohl's projetou uma margem operacional de cerca de 4% para 2023.
O resultado foi um Kohl's mais enxuto e coeso, que parou de perseguir um crescimento que não conseguia executar.
O Kohl's colocou três novos conselheiros no conselho em 2021 e depois nomeou Tom Kingsbury como CEO efetivo em 2023, estabelecendo uma meta de margem operacional de ~4%.
O conselho do Kohl's havia se tornado fechado e resistente a desafios.
Um acordo trouxe executivos com experiência em recuperação de empresas.
Kingsbury havia dirigido uma varejista de descontos e conhecia a disciplina de custos.
Uma meta de margem realista substituiu anos de promessas excessivas.
Às vezes, o valor de uma campanha ativista não está na tática, mas nas pessoas que ela força a entrar na sala; uma renovação do conselho pode mudar quem conduz o trem.
O Kohl's manteve sua independência, mas operou sob o manual liderado por executivos que os ativistas haviam exigido. As vendas permaneceram sob pressão de um mercado de vestuário fraco, mas a estrutura de custos e as metas de margem da empresa tornaram-se mais disciplinadas.
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As fontes
- Kohl's CEO Pick Suggests Activist Investors Were Right All Along WWD · wwd.com ·
- Kohl's chooses Tom Kingsbury as permanent CEO Retail Dive · retaildive.com ·